quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Rogério Formigoni é consagrado a bispo

Ex-dependente de drogas, ele é o responsável pela "Caravana da cura dos vícios"

Há 18 anos, ele passou a trabalhar como voluntário na Obra de Deus na Universal, no interior de São Paulo, depois de se libertar de uma vida de vícios em drogas como o crack, entre outras. No dia 13 de abril, aos 38 anos, Rogério Formigoni, ao lado da esposa, Ana Cláudia, foi consagrado a bispo pelo bispo Clodomir Santos, na Universal de Santo Amaro, na capital paulista.
Como pastor, ele estava atuando no Ceará, no Nordeste do País, quando, no início deste ano, foi chamado pelo bispo Edir Macedo para continuar a Obra em São Paulo, focado num forte e gratificante trabalho de combate aos vícios, um dos maiores problemas que afligem as famílias brasileiras.
“Ele me deixou à frente desse projeto principalmente pelo fato de eu já ter sido um viciado. Tanto o usuário quanto o familiar agora já sabem que, se antes não tinham uma porta, agora têm”, disse o bispo Formigoni em entrevista recente à Folha Universal.
Ele é responsável pela Reunião contra os vícios, aos domingos, às 15 horas, na Universal da João Dias (zona sul da capital paulista), e pela “Caravana da cura dos vícios”, que é realizada por todo o Brasil.
“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito.” 1 Timóteo 3.1-4
“Tudo isso foi encontrado no pastor Rogério. Ele está sendo consagrado a bispo porque foi provado e aprovado”, afirmou o bispo Clodomir durante a consagração.

O mal tem cura?

Entenda o que está por trás do desejo de matar em série


Ele confessou ter matado 42 pessoas, a maioria mulheres, uma grávida e uma criança de 2 anos, que, de acordo com ele, seria seu único arrependimento: mas não teve jeito, o choro do bebê enquanto sua mãe era assassinada denunciava o crime. Até o fechamento desta edição, a polícia já havia localizado 11 vítimas, sete sem vida. Todos os relatos das tentativas e dos homicídios confessados por Sailson José das Graças, natural de Nova Iguaçu (RJ), batem com as provas encontradas pelas autoridades, o que leva a polícia a crer que o número total de vítimas pode se aproximar de 42, como ele relatou.
A história de Sailson lembra a do vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, que está preso em Goiânia há aproximadamente dois meses. Ele confessou inicialmente ter matado 39 pessoas para tranquilizar uma “vontade de matar”. Ambos têm 26 anos e escolhiam belas moças como vítimas. Sailson disse que gostava de estrangulá-las e vê-las morrer encarando-o. Quando matava por prazer, estrangulava; quando fazia isso por encomenda, esfaqueava.
Segundo sua família, Sailson começou a apresentar um comportamento violento aos 11 anos, quando seu pai morreu. Desde então, fez da morte uma obsessão e esfaqueava animais. Aos 17 anos, matou pela primeira vez um ser humano, uma mulher. Confessou que gostava de observar por semanas e até meses suas futuras vítimas e que fazia isso para entender a rotina delas e encontrar possíveis brechas. Além de declarar não se arrepender, disse que, quando sair da prisão, voltará a matar. “É a vontade mesmo, não tem jeito”, afirmou em entrevista.
É impossível explicar uma situação tão extrema como essa sem entender o real motivo que está por trás do desejo de matar. Na visão do bispo Jadson Santos, a pessoa que tem esse sentimento fica dominada pelo mal. “Ela fica fora de si e é capaz de fazer qualquer coisa. A força do mal é capaz de se manifestar de diversas maneiras. Ela pode levar algumas pessoas para o tráfico de drogas e outras para o homicídio, depende da disposição do indivíduo e do seu histórico familiar”, revela.
Para voltar a viver em paz, só existe um remédio: o arrependimento, mesmo que aquela pessoa seja para sempre discriminada pela sociedade e precise pagar pelo que fez. “Às vezes alguém cometeu um pequeno delito e não se arrepende e outra pessoa matou alguém e se arrepende. Deus não olha o tamanho do pecado, mas para o arrependimento”, argumenta Santos. E, a partir disso, é possível voltar a viver em paz.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Campeão dos meio-pesados do UFC, Jon “Bones” Jones é recordista da categoria com oito defesas de cinturão e lutou neste sábado com Daniel Cormier pelo UFC 182.
Maior campeão da história da categoria, Jones foi flagrado no teste antidoping surpresa promovido pela Comissão Atlética de Nevada, realizado no dia 4 de dezembro, logo após sua vinda ao Brasil.
O lutador assumiu ser usuário da droga em entrevista ao Yahoo! Sports na noite desta terça-feira e desculpou-se com os fãs, familiares, patrocinadores e promotores do UFC, prometendo levar a sério o tratamento de reabilitação anti-drogas que iniciará.
“Com o apoio da minha família, eu estou entrando em uma instalação de tratamento de drogas. Eu quero pedir desculpas a minha noiva, meus filhos, bem como a minha mãe, pai e irmãos pelo erro que eu tive. Eu também quero pedir desculpas para o UFC, meus treinadores, meus patrocinadores e igualmente importante para os meus fãs. Estou levando este programa de tratamento muito sério. Por isso, neste momento, a minha família e eu apreciariamos a privacidade “.
O UFC, ao mesmo tempo que lamentou o teste positivo para a cocaína sintética no maior lutador da atualidade, apoiou e aplaudiu a decisão de Jon Jones em integrar um centro de reabilitação para drogas.
“Apoiamos a decisão do meio-pesado do UFC Jon Jones de entrar em um centro de tratamento de drogas para tratar seu problema mais recente. Enquanto nós estamos decepcionados com o teste falho, nós também o aplaudimos por tomar essa decisão de introduzir-se em uma instalação de tratamento de drogas. Jon é um forte e corajoso lutador dentro do octógono, e esperamos que ele lute contra este problema com a mesma postura e diligência. Louvamos em sua decisão, e estamos ansiosos para que surja a partir deste programa um homem melhor como resultado.”, publicou o UFC em nota oficial à imprensa.
No fim do ano passado o lutador veio ao Brasil para realizar seminários e surgiram os primeiros rumores online da utilização de drogas ilícitas pelo atleta do UFC. Com a notícia confirmando-se e o lutador entrando em tratamento, o cinturão meio-pesado do UFC deve ficar vago por um tempo e uma disputa pelo título interino deve ser colocada em prática.
Atualização:
De acordo com as normas da NSAC (Comissão Atlética de Nevada) o lutador não será suspenso por ter feito o teste “fora de disputa” e legalmente não é obrigatória a divulgação à midia dos resultados do mesmo. No exame antidoping após a luta, Jon Jones não foi flagrado com nenhuma substância ilegal.
por Redação MMA Space.