segunda-feira, 27 de julho de 2015

Morre, aos 22 anos, Bobbi Kristina Brown, filha de Whitney Houston

A jovem estava internada em Atlanta em uma hospital por conta dos danos cerebrais sofridos após um coma induzido

 

 postado em 26/07/2015 22:34

AFP
Bobbi Kristina Brown, filha da cantora Whitney Houston, morreu, aos 22 anos, em um centro de internação em Atlanta, nos Estados Unidos. Ela estava internada desde 24 de junho para tratamento após sofrer danos cerebrais causados por ter ficado em coma induzido depois de ter sido encontrada submersa em uma banheira do hotel Beverly Hilton, em 31 de janeiro, resultado de uma combinação de drogas e álcool. Na época, o caso lembrou a morte da mãe em uma situação semelhante, em 11 de fevereiro de 2012. A informação é do site TMZ.

Bobbi tentou seguir a carreira artística, porém, não teve o mesmo brilho que a mãe. A filha de Whitney com o rapper Bobbi Brown era uma personalidade de televisão norte-americana, tendo participado de diversos realities shows, incluindo The Houstons: On our own, série que documentou o dia a dia da família após a trágica morte de Whitney.

As semelhanças entre mãe e filha se estendem também no relacionamento polêmico com seus parceiros. São bem documentados os problemas conjugais entre Houston e Bobby Brown - vício em drogas, infidelidade e acusações de agressão. Bobbi Kristina Brown e o marido Nick Gordon também tiveram de responder por controvérsias no relacionamento.

A principal delas diz respeito ao fato de Nick Gordon ter sido criado pela família Houston desde os 12 anos. Quando se conheceram, ainda crianças, Bobbi se referia a Nick como seu "irmão mais velho". Após terem noivado, em 2012, o casal chegou a ser acusado de ter uma relação incestuosa, ao que Bobbi respondeu: "Estou cansada de ouvir as pessoas dizem que estou noiva do meu irmão, ou sobre o que Whitney diria se estivesse viva. Deixem-me esclarecer uma coisa: nós nem somos irmão e irmã de verdade e ele nem é meu irmão adotivo. Minha mãe nunca o adotou", escreveu na página pessoal do Facebook, antes de concluir: "Foi a minha mãe que disse que sabia que nós iríamos ficar juntos. Ela me conhece melhor que qualquer um de vocês".
 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Após encontrar estudante, ex-usuário de crack deixa droga e vira marceneiro
 

Fonte: Jéssica Nascimento
Do UOL, em Brasília
          
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    Ex-usuário de crack, Adeílson Mota, 39 anos, hoje é casado, trabalha diariamente, inclusive aos finais de semana, como marceneiro Ex-usuário de crack, Adeílson Mota, 39 anos, hoje é casado, trabalha diariamente, inclusive aos finais de semana, como marceneiro
Ex-usuário de crack e ex-morador de rua, Adeílson Mota, 39 anos, viu sua vida mudar quando encontrou um estudante de classe média desaparecido em Brasília, em 2013.
Em 22 de agosto daquele ano, o então morador de rua encontrou Felipe Dourado, de 22 anos. Após pegar um ônibus errado, Adeilson foi parar na Rodoferroviária e encontrou uma caixa no chão. "Chutei pra ver se tinha alguma coisa e ouvi: 'tem gente'. Fiquei com medo e decidi ir embora". Mais tarde, Adeílson passou pelo mesmo local e viu o jovem, bem vestido e de boa aparência, sentado próximo à caixa. "Reconheci o menino pelos inúmeros cartazes que estavam espalhados pela cidade. Dei uma desculpa para ele e fui até o posto da Polícia Militar. Quando voltei, ele já estava em cima de uma árvore, desnorteado."
Felipe estava desaparecido havia 13 dias e tinha sido visto pela última vez saindo da faculdade.  A família afirmou que o estudante tomava remédio controlado para depressão e, sem o medicamento, poderia ficar desorientado.
Após achar o garoto, a vida de Adeílson começou a mudar. Os parentes de Felipe levaram o homem para casa. Deram comida, banho e conseguiram uma vaga em uma clínica de reabilitação do governo, onde ficou por seis meses. "Tem que ter muita força de vontade, sabe? Graças a Deus um morador do Lago Norte confiou no meu trabalho e contratou o meu serviço. Me deu uma moto que estava parada e assim fui fazendo meu nome no ramo. Hoje em dia consigo tirar cerca de R$ 5.000 por mês".

Do crack à vida de marceneiro

Adeílson nasceu em Maranhão, mas foi no Pará que viveu toda a sua infância e adolescência. Aos nove anos, começou a trabalhar como marceneiro mesmo sem nunca ter feito um curso de especialização. Aos 32 anos, foi para São Paulo e lá conheceu o crack.
"Nunca tinha experimentado nenhum tipo de droga e muito menos possuía algum vício. Fui para São Paulo trabalhar e comecei a me envolver com o crack. Desde a primeira vez que usei já fiquei viciado".
Ao saber da situação, a mãe de Adeílson decidiu buscá-lo em São Paulo, e ele voltou para o Pará. Mas, com vergonha dos familiares, ele decidiu ir para Brasília em abril de 2013. Com R$ 1.200 no bolso, pegou um ônibus e desceu na Rodoviária do Plano Piloto. "Não tinha para aonde ir e comecei a morar na rua. Guardava todo o dinheiro dentro do sapato para não ser roubado e conseguir fumar mais pedras de crack."
Oriundo de cidade pequena, ficou assustado com os crimes cometidos contra moradores de rua. "Eu sempre via na televisão que mendigos eram queimados e fiquei com aquilo na cabeça. Sempre tentava ficar em lugares diferentes", conta.
Após o "resgate" do estudante Felipe, Adeílson se firmou no trabalho como como marceneiro, casou-se e tem planos de construir uma casa própria e até de ter filhos.
O morador de São Sebastião está há dois anos sem usar drogas. Trabalha sem descanso no galpão de casa e já possui um carro e uma moto. Porém, o grande sonho da família é conquistar uma casa própria. "Também quero montar minha oficina e contratar funcionários."

segunda-feira, 13 de julho de 2015


George Michael usava crack e ficou em clínica por um ano, diz jornal

Mulher do primo do cantor fez revelação em entrevista ao jornal inglês 'The Sun'. Cantor continua tratamento na Suíça.

Tatiana Regadasdo EGO, em São Paulo

George Michael durante apresentação em Londres em 2012 (Foto: Agência Getty Images)George Michael durante apresentação em 2012
George Michael usava crack. A informação foi dada pela mulher de um primo do cantor ao jornal inglês "The Sun" deste domingo, 12. Segundo Jackie Georgiou, o cantor ficou em tratamento em uma clínica de reabilitação na Suíça por um ano, embora o público só tenha ficado sabendo da internação em junho de 2015.
Em entrevista ao jornal, Jackie- que teve George como padrinho em seu casamento e de um de seus filhos- contou que o cantor tem sérios problemas com drogas como crack, cocaína, maconha e álcool e sua família temia por seu bem-estar até que ele concordou em se tratar na clínica Kusnacht Practice, que custa- segundo o "The Sun"- £190 mil (cerca de R$932 mil reais) por mês.
"Ele estava fumando crack. Antes da internação, ele chegou a um ponto de dependência em que tremia e dizia: 'Eu preciso'. Em algumas festas ele bebia tanto que acabava tendo um colapso e precisava ser pego no chão. Acordava em cima de vômito, coisas horríveis. Ele estava tão magro, tão doente... Era crack, maconha, álcool, cocaína. As coisas estavam ficando sombrias. Ele ia terminar preso ou morto.", disse Jackie ao jornal.
Jackie contou que a família visitou o cantor na clínica em junho para comemorar seu aniversário no dia 25 de junho e ficou impressionada: "Todos disseram que ele não é mais o mesmo. O brilho se foi. Ele não é o mesmo depois das drogas. E sei que ele estava bebendo um ano depois de ter começado o tratamento, o que é ruim", disse ela se referindo ao fato de que George foi fotografado em um bar na Suíça bebendo com amigo.
Segundo ela, George agora vive próximo à clínica e segue o tratamento como paciente externo: "O fato de que ele ficou internado por um ano mostra o quanto o problema era sério. Muita gente está sofrendo, incluindo suas duas irmãs. Ele tem se colocado em perigo."
"Estou bem"
Com a publicação da matéria, o cantor usou o Twitter para dizer que estava bem: "Meus queridos, não acreditem nesta bobagem dos jornais de hoje ditas por alguém que não conheço mais e não vejo há 18 anos. Estou perfeitamente bem e curti Winbledon como o resto de vocês. Queria que tivessem sido 5 sets...", escreveu se referindo à final entre Djokovic e Federer neste domingo, 12.
George não tuitava desde junho de 2014, coincidemente a data em que Jackie diz ter começado sua internação, e voltou à rede social em maio deste ano em post para parabenizar a cantora Adele. No dia de seu aniversário, 25 de junho, ele agradeceu aos fãs pelas felicitações recebidas.
ego nas redes sociais
 
Histórico com drogas
George Michael tem um histórico de abuso de substâncias e em 2007 cumpriu horas de serviço comunitário depois de ser preso e admitir ter dirigido sob a influência de drogas. Em 2010, ele bateu com o carro e passou quatro semanas presos depois de admitir dirigir sob a influência de drogas novamente.
No final de 2011, ele ficou um mês internado na Àustria com pneumonia que pôs em pergio sua vida. Um amigo declarou ao "Daily Mail" que a internação o fez querer parar de fumar maconha, fato que ele confirmou em entrevista à revista "The Big Issue" em março de 2014. "Estou há mais de um ano e meio sem fumar", disse ele.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Ex-intérprete do Palhaço Bozo diz que usava 30 pedras de crack por dia

Ator Marcos Pajé revelou que já entrou no ar sob efeito de drogas entre os anos 1983 e 1986 no SBT

O DIA
São Paulo - O ator Marcos Pajé, que interpretou o palhaço Bozo entre os anos 1983 e 1986, revelou que já entrou no ar sob efeito de drogas. "Foi a maior honra fazer o personagem. Mas, na época, eu já era usuário. Eu usava 30 pedras de crack por dia, cinco dias direto. Eu ficava sem dormir, sem comer e emagreci muito. Eu perdi tudo. Só não perdi a dignidade", revelou o ator em entrevista à Record .
Além do crack, Marcos Pajé ainda revelou ter sido viciado em cocaína e, apesar de se considerar em recuperação, admite que ainda sente vontade de usar. "A abstinência causava fortes dores no corpo. Eu me considero em recuperação, ainda tenho vontade e, se eu disser que não, é mentira", afirmou Pajé.
Ator que interpretava Palhaço Bozo diz que já entrou no ar sob efeito de drogas
Foto:  Reprodução / Record
Na entrevista ao programa "Câmera Record", o ex-intérprete do Bozo também relatou momentos difíceis vividos após perder a namorada. "Ela não sabia que eu usava cocaína. Quando ela me deixou foi quando eu me perdi mesmo", disse.
Ao voltar à comunidade onde comprava drogas, na Zona Norte de São Paulo, Marcos Pajé relatou a preocupação com a segurança pessoal. "Comecei a vir buscar droga aqui e acabei ficando. Consumia droga e dormia aqui. Quando você é viciado em drogas, você tem sempreque andar com as costas viradas para a parede", disse.
O programa "Bozo" estreou no dia 15 de setembro de 1980 e ficou no ar até março de 1991. Em 2012, o SBT relançou a atração, mas sua última transmissão foi em 2013, quando o personagem foi interpretado pelo ator Jean Santos.