quarta-feira, 23 de novembro de 2016

De portas abertas para a Cura dos Vícios

Presídio feminino em Sergipe apoia a iniciativa da Universal

Fonte: Folha Universal      
O Presídio Feminino (Prefem), do povoado de Tabocas, na cidade de Nossa Senhora do Socorro (SE), abriu as portas para o trabalho da Cura dos Vícios, proposta de libertação definitiva que a Universal promove no Brasil e no mundo.
O evento aconteceu no dia 21 de outubro e marcou o início do trabalho da Cura dos Vícios no local. O pastor Carlos Mossolini, responsável pelo trabalho no Estado de Sergipe, e o pastor Joel de Araújo, responsável pelas atividades da Universal nos presídios do Estado, estiveram presentes. A ação foi uma iniciativa apoiada e incentivada pela diretora da unidade, Valéria Patrícia Victor Farias.
“Ela acabou assistindo a um programa nosso da Cura dos Vícios pela televisão. Partiu dela o interesse de ajudar as presas”, conta o pastor Carlos.
Em razão do alto índice de prisões de mulheres por envolvimento no tráfico de entorpecentes, Valéria enxergou no tratamento uma nova oportunidade para cada uma delas. “Eu sei que a Cura dos Vícios vai fazer com que as meninas tenham outra opção de vida. Isso vai fazer com que elas se libertem e deixem de ser viciadas”, afirma a diretora.
O evento contou com a presença de cerca de 20 esposas de pastores do Estado, algumas delas responsáveis pelos projetos Raabe, Mães em Oração e T-amar, que fazem parte das ações sociais da Universal.
O Prefem do local tem mais de 300 detentas. O tratamento será realizado no local mensalmente e a cada edição contará com a participação de 50 mulheres. “De início, percebemos certa resistência, mas só existe uma maneira de ajudar: falando a verdade. Depois da oração de libertação, muitas viram que o causador do problema é um espírito”, explicou o pastor Carlos. “Nós falamos que esse espírito faz com que elas pensem que estão no controle da situação, quando, na verdade, elas estão sendo controladas por ele. Convidamos as detentas a colocar Deus no controle da vida delas e afirmamos que a liberdade não depende só da liberdade física, já que há muita gente que está fisicamente solta, mas que está espiritualmente presa”, completou o pastor.
Um exemplo
Antes de conhecer a Universal, o pastor Carlos foi dependente de maconha, cocaína e álcool por quatro anos. Mas tudo mudou quando ele conheceu a Verdade. “Passei pelo mesmo processo de libertação que hoje as pessoas estão passando. Fui curado, me libertei e restaurei minha vida completamente. Hoje, sou casado há 12 anos e temos dedicado esses anos a ajudar as pessoas que enfrentam o mesmo problema que um dia passamos”, conclui.
Para a medicina o vício é uma doença incurável, progressiva e fatal, mas o bispo Claudio Lana tem realizado Tratamento da Cura dos Vícios e muitas pessoas têm sido livres.
Se você também deseja se libertar das drogas, do álcool ou qualquer outro vício, as palestras acontecem todos os domingos às 15h e 18h na Universal localizada na Av. João Dias, 1800 em Santo Amaro, São Paulo ou em uma Universal mais próxima de você. Para mais informações acesse: www.viciotemcura.com.br


Em Limeira a Ong Unidos Contra o Crack, coordenação Pastor Nilton Santos, realiza trabalho de orientação a famílias, jovens e adultos, para acabar com esse mal chamado Drogas. "Limeira Te Quero Sem Drogas!" (Nilton Santos).

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Menina filma pais sofrendo overdose de heroína

Conheça o drama de familiares de dependentes químicos e saiba como resolver esse problema

     
Nos últimos meses, uma grande quantidade de vídeos com pessoas sofrendo overdoses de heroína tem sido divulgada na internet. Num dos mais recentes, publicado pelo jornal britânico Daily Mail e que teria sido gravado nos Estados Unidos, uma adolescente chega em casa e encontra os pais em uma situação impressionante.
Na sala de estar, em frente à televisão, o casal, completamente drogado, foi filmado pela jovem e um rapaz que a acompanhava. Durante o vídeo, a moça aponta o dedo no rosto de sua mãe e grita com ela, mas a dependente química não se mostra capaz de entender a situação.
“Eles estão totalmente chapados, não estão? Cara, você não pode aparecer assim perto das suas crianças”, condena o homem que filma.
Pouco depois, a jovem chuta o pai tentando acordá-lo, também sem sucesso, e lamenta: “Ele não pode nem sentir isso, esse é o quão drogado ele está.”

Esse caso foi divulgado apenas 1 mês após a polícia de Ohio (também nos Estados Unidos) publicar as fotos de um casal, dentro do carro, sofrendo overdose de heroína, enquanto um menino de apenas 4 anos de idade presenciava a cena.
A mãe da criança foi condenada a 180 dias de prisão e perdeu a guarda do filho. O namorado, que era quem estava com ela, foi condenado a 360 dias de prisão, pois, além da posse de droga ilícita, intoxicação em público e exposição do menor, estava conduzindo o carro.
Após passagem pelo Conselho Tutelar, a criança foi colocada sob responsabilidade de seus tios-avôs, que vivem na Carolina do Sul, a quase mil quilômetros de distância de Ohio, onde morava.
Infelizmente, esses dois casos não são isolados. Atualmente, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 9,2 milhões de pessoas usam heroína no mundo. 243 milhões sofrem com dependência química.
A destruição das famílias
Além da própria pessoa, o vício é um problema que afeta diretamente os familiares, como nos casos relatados acima. A menina que filma os pais, por exemplo, demonstra pouco amor por eles, pela forma como os trata, mesmo estando em overdose.
Uma pessoa viciada pode ter comportamento agressivo e/ou depressivo; roubar coisas de dentro de casa para comprar drogas; agredir física e verbalmente os mais próximos dela; e é incapaz de manter compromissos básicos, como trabalhar ou até mesmo voltar para casa, podendo desaparecer por dias. Além do risco do envolvimento com traficantes.
Mas a boa notícia é que vício tem cura, e para todos os casos. Saiba como participando do Tratamento para cura dos vícios. Você também pode levar alguém que precisa dessa cura.

Em Limeira a Ong Unidos Contra o Crack, coordenação Pastor Nilton Santos, realiza trabalho  com jovens e famílias acometidas com esse mal chamado drogas no sentido de conscientização e orientação. "Limeira Te Quero sem Drogas" (Pastor Nilton Santos). 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A chance para mudar de vida

Leonardo dos Santos enfrentou dor e arrependimento antes de conquistar uma nova oportunidade.

Fonte: Folha Universal        
O desespero para conseguir mudar de vida e dar o melhor para a família fez com que Leonardo dos Santos, hoje com 34 anos, enfrentasse momentos de angústia na sua juventude.
Na infância, ele viveu em um lar conturbado, sofreu agressões do pai alcoólatra e testemunhou cenas da violência que também era cometida contra a mãe e os irmãos.
Em um ambiente de miséria, era preciso fazer algo para sobreviver. Aos 10 anos, ele começou a vender picolé para ajudar na renda da casa. O dinheiro que conseguia era usado pelo pai para sustentar o vício em álcool. Leonardo não estudava e vivia humilhado, mas tinha o sonho de mudar de vida.
Aos 13 anos, ele foi apresentado à vida do crime e das drogas. A partir daí, Leonardo passou a sonhar em ser alguém no mundo do crime e dessa forma poder dar o melhor para a sua família.
“Comecei a fazer pequenos furtos e assaltos à mão armada. Aquele garoto de 10 anos já não existia mais. Com 17 anos eu estava formado pelo crime e com várias passagens pela polícia”, conta. Certo dia, o jovem foi praticar um assalto e foi alvejado. Ele levou dois tiros, o que o deixouparaplégico. Além disso, ele foi detido e condenado a dez anos e oito meses de prisão em regime fechado.
“Eu já tinha sido preso outras vezes, mas dessa vez foi o fundo do poço. Sozinho, isolado em uma cela, deficiente, abandonado pela família, desprezado pela sociedade, cheio de complexos e mágoas, pensava que aquele seria o meu fim”, diz.
Com a saúde debilitada, Leonardo estava perdendo a esperança de que a vida tivesse algum valor. Seu amigo de cela lhe deu um exemplar da Folha Universal e falou do trabalho realizado no presídio.
Leonardo aceitou o convite e começou a participar das reuniões que o grupo Universal nos Presídios faz toda semana. Os ensinamentos que ele recebia o ajudaram e a cada oração ele se fortalecia. “Me batizei nas águas dentro da unidade e todo aquele vazio, dor e complexos sumiram e deram lugar à esperança, à paz e à alegria. Finalmente encontrei o que eu tanto busquei a minha vida toda”, relata.
Ele teve o seu caráter transformado. Hoje, livre dos vícios, ele não tem mais complexo de inferioridade nem mágoas. Sabe confiar em Deus e está satisfeito por ter encontrado esse novo caminho que o levou à verdadeira felicidade.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Antes viciado em heroína, empresário de 46 anos dá a volta por cima e hoje é dono de negócio milionário

Fonte:Veja on line

ABRE
Em 2003, Khalil Rafiti, um homem de 46 anos, era um desabrigado viciado em heroína que vivia numa famosa área periférica da cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos. Na época, ele pesava apenas 48 quilos, tinha muitas úlceras e estava definhando. Muitos anos se passaram e, hoje, o rapaz é um empreendedor milionário.

O homem é o empresário responsável por uma rede de sucos naturais e orgânicos fundada na praia de Malibu, chamada SunLife Organics. Atualmente, a marca atende clientes em outras seis regiões de Los Angeles — um crescimento que aconteceu em apenas 5 anos de empresa. Além de uma lista de clientes fiéis e famosos, o endereço também é reconhecido por suas filas enormes e pelos nomes curiosos de seus drinques, como “Elixir da Vida” e “A Felicidade”.
09
08
03
04
Khalil Rafiti escreveu sua incrível transformação no livro de memórias “Eu Esqueci de Morrer”: na publicação, ele revela que dirigiu sem parar de sua cidade natal em Ohio até Los Angeles para escapar de uma infância recheada de abusos sexuais. Seu primeiro trabalho no município foi com carros esportivos e seus clientes incluíam celebridades como Elizabeth Taylor e Jeff Bridges.
Ele, no entanto, também se envolveu no negócio das drogas: começou vendendo maconha, até começar a vender ecstasy e cetamina. Uma noite, o rapaz usou heroína pela primeira vez. A experiência rapidamente se transformou num vício, e Khalil quase morreu de overdose em 2001. Paramédicos salvaram sua vida, mas o homem voltou a testar sua resistência em 2002, quando intrusos armados atiraram contra a porta do banheiro onde ele estava usando entorpecentes.
07
010
011
Em 2003, ele tinha atingido o “fundo do poço” e serviu um tempo na prisão municipal. Ele então resolveu dedicar as suas energias à saúde e a sobriedade, mas sua vida deu uma guinada repentina quando um amigo falou para ele sobre o poder dos sucos e as “super comidas”. Khalil começou a preparar suas próprias receitas para pacientes num centro de reabilitação, um endereço que ele fundou em Malibu em 2007.
06
05
012
Neste espaço ele criou o drinque que seria conhecido como a marca registrada da rede de casa de sucos, que leva banana e tâmaras: “A receita é usada para fortalecer e rejuvenescer os pacientes, além de dar bastante força“, o empresário contou à revista TIMES.
A notícia dos ótimos sucos preparados por Khalil atraíram visitantes, que apareciam constantemente no centro de reabilitação para provar as receitas: “Tantas pessoas estavam vindo para o centro para experimentar os meus sucos. Eu fiquei, inclusive, um pouco embaraçado por que eles não faziam para do programa de recuperação“, explicou o empresário. Ao mesmo tempo, o homem observava como suas criações estavam ajudando a saúde dos pacientes — foi então que ele resolveu fundar a SunLife Organics.
02
01
Com o investimento inicial de 50 000 dólares (cerca de 155 000 reais), o empresário queria “amar, curar e inspirar” com seu novo projeto. Atualmente, estas três palavras estão escritas nos uniformes e merchandising que Khalil vende em suas lojas. Entre os ingredientes especiais que fazem dos sucos uma bebida tão especial estão água alcalina, sal rosa do himalaia e muito mais, garante o The Daily Mail.
013
O homem também faz questão de contratar funcionários que estejam procurando pela mesma oportunidade que ele procurou treze anos atrás. “Desde o começo, ele estava tentando melhorar a minha vida. Ele cobra muito dos funcionários, assim como um pai“, explicou Cache Coelho, que sofria com abuso de entorpecentes antes de se mudar para Los Angeles.